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O veto

Na sexta-feira, falei que o Mountain Do seria a minha volta provável às corridas. Provável, porém, não é certeza de nada. Acabou que não participei e nem fui no evento, em nenhum dos dias. Amanheceu um dia bonito na sexta e resolvi fazer um trote leve perto de casa. Foram quase 4 km e ainda senti que o pé não estava 100%. Se não fosse o dia com sol e convidativo, nem tinha saído para trotar e possivelmente iria correr o Mountain Do. Com esse trote, pude perceber que as coisas ainda não estavam boas e não seria producente participar de uma prova de 8 km em terreno irregular, sendo que na metade dessa distância em terreno plano o pé se manifestou.

A equipe de profissionais que me acompanha, portanto, vetou a participação no Mountain Do. Na sexta, por causa do trabalho, foi impossível comparecer ao simpósio. No sábado, quem ganhou foi a preguiça. Não fiquei com vontade de acordar cedo só para olhar os amigos correndo. No domingo, tive outros afazeres que me impediram de ir no almoço. O que ficou do evento? O kit, que o Eduardo pegou para mim na sexta. Do que veio na sacola gigante, a camiseta e a bandana vão me ser bastante úteis no futuro.

O trote de sexta foi para sentir como o corpo ia reagir depois de 9 dias parado. O pé incomodou. Nada que seja impossível de correr, mas já estou decidido a voltar mesmo só quando não sentir nenhuma dessas dores anormais. Em 4 km, as panturrilhas, por exemplo, já ficaram cansadas. Falta de costume, de preparo, tudo normal. A do pé não é normal. Não sei exatamente quando vou conseguir correr com regularidade novamente.

Estou quase aceitando que 2016 não vai render mais nada. Ainda tem a Asics Golden Run em novembro e a Volta da Pampulha em dezembro, mas do jeito que as coisas estão se desenvolvendo parece que vou só passear. Talvez seja só passeio na cidade mesmo. A parte de correr é uma dúvida enorme neste ano. Vou ficando sem correr e fazendo outras coisas, enquanto isso. Em abril e maio, estava mais desanimado com a possibilidade de correr quase nada.

Acredito que era por causa da Meia de Floripa. Não queria ficar de fora. Agora meio que tanto faz. Com dor ou sem dor, a próxima prova é em novembro e, se não der, não é o fim do mundo. Minha relação afetiva era muito maior com a Meia de Floripa. Agora meio que tanto faz. Repouso e mais repouso, ainda mais no inverno, dormindo até tarde, não tem sido ruim. O peso continua o mesmo (viva a low carb!), exceto quando dou umas escapadas nos bolos e sushis.

O Eduardo até me falou que achava que essa dor no pé era psicológica. Até cogitei essa hipótese, mas eu sinto o pé bem fisicamente. Não tem nada de psicológico ali haha. Prefiro continuar esperando. O pé esquerdo melhorou assim. Enquanto continuei correndo, dor. Quando parei por um tempo, ficou bom. Os exames não mostraram nada, foi só ficar em repouso que melhorou. Vou seguir nesse caminho.

Sobre o Mountain Do, é lógico que vocês podem encontrar no blog do Eduardo Hanada.

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Enio Augusto
Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.
https://porfalaremcorrida.com/blogdoenio

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