Noturna

No último sábado, dia 30 de janeiro, estive na Praia do Santinho para acompanhar a Night Run Costão do Santinho. Fui lá para fazer a cobertura da prova para o Por Falar em Corrida. Foi a reestreia do Guilherme nas corridas depois de um ano. Eram bons motivos para ir até lá. O dia estava quente e parecia que seria uma grande noite e uma prova bem legal.

Eis que ali pelas 19:30, o tempo fecha, fica tudo escuro, começa um vendaval e uma chuva torrencial. Daquelas de levar as tendas das assessorias, queimar caixas de som e prejudicar o sistema de cronometragem. Foi bem feio. Por vários momentos, parecia que não ia ter prova. A chuva só diminuiu depois das 20 horas.

Pois bem. A corrida aconteceu, mas não na sua totalidade. Eram duas distâncias, 10 km e 5 km e virou uma só, de 5 km. O sistema de som com problemas impediu a maioria dos corredores de tomarem conhecimento dessa mudança. Além disso, não houve chip porque a chuva danificou o sistema de cronometragem.

Dito isso, cada vez mais reitero minha falta de vontade de correr provas noturnas. A Night Run teve seus problemas, mas mesmo que fosse perfeita, sem chuva e sem vento, não seria algo que figuraria na minha lista de preferências. Correr, para mim, precisa ser de manhã. É quando me sinto melhor e quando estou acostumado. À noite, seja em praia ou asfalto, pouco se enxerga, é ruim de correr e até as fotos que o pessoal tira ficam ruins.

Se chove e tem vento, fica pior ainda. Fora que ainda tem o fato de que mexe em toda a rotina. Talvez tenha que almoçar menos, não comer no horário normal noturno de sempre. Não é para mim. No entanto, assistir e fazer a cobertura até me agrada, desde que a dona mãe natureza não faça cair o mundo. O ruim é que não dá para fazer um vídeo decente da largada.

E aí embaixo tem a cobertura que fiz brilhantemente na vertical:

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