Relatos de Corridas

Meia de Floripa – 14/06/2015

Meia de Floripa
14/06/2015
Florianópolis – SC – Brasil
21, 10 e 5 km

Resultados

Valor da Inscrição
R$ 99,90 – 1º lote
R$ 109,90 – 2º lote
R$ 119,90 – 3º lote
*Associado do Clube O2 tinha desconto

Retirada do kit
Aconteceu no Hotel Majestic na sexta-feira e sábado anteriores à prova. Havia uma feira no saguão com alguns produtos sendo vendidos. Também havia a possibilidade de personalizar a camiseta com o nome para assinantes da Revista O2. Quem quisesse, também tinha oportunidade de fazer a assinatura da revista. Assinantes tinham desconto nos produtos da feira.

Kit
Composto de número de peito, camiseta de manga comprida, chip não descartável, um boné e um isotônico em pó, tudo dentro de uma enorme e bonita sacola. Alguns corredores esperavam um kit mais recheado, mas os itens que vieram foram de qualidade, principalmente a camiseta. Também foi notado que alguns isotônicos estavam vencidos. Outros relatos, no entanto, diziam que estava dentro da validade. Talvez a impressão da validade tenha borrado. Ou talvez alguns corredores deram mais sorte do que outros.

Largada
A largada aconteceu às 7 horas, no horário previsto, na Beira Mar Continental, no bairro Estreito. Todas as distâncias largaram juntas no mesmo horário. Havia separação de ritmo na largada por pelotões. Pelotão Quênia, Azul, Verde e Branco. Houve controle por parte dos staffs, mas isso não impediu que atletas pulassem a grade ou passassem por baixo da fita que fazia a separação. Nos primeiros quinhentos metros, houve bastante aglomeração. Ao longo do percurso, a partir do 1º km, aconteceu a dispersão natural dos atletas, principalmente após o retorno dos 5 km e, posteriormente, dos 10 km.

Percurso
Percurso bonito, quase todo plano. O diferencial da Meia de Floripa está no percurso. Os corredores dos 21 km e dos 10 km atravessam as duas pontes que ligam a ilha ao continente, uma na ida e outra na volta. Os atletas da meia maratona saem da Beira Mar Continental, no Estreito, passam pela ponte, seguem pela Beira Mar Norte e fazem o retorno embaixo do elevado do CIC (Centro Integrado de Cultura). Quem faz os 10 km, também passa pelas pontes, mas faz o retorno embaixo da Ponte Hercílio Luz. Já, quem faz os 5 km, faz o retorno pouco antes da entrada da ponte. Ou seja, para atravessar as pontes, o atleta deve estar inscrito na prova de 21 km ou 10 km.

O percurso é praticamente todo plano. O praticamente existe porque ao todo são 4 subidas na prova. Os atletas dos 5 km não passam por elas, mas os dos 21 km e 10 km passam. A primeira subida é a que dá acesso à ponte Pedro Ivo Campos, perto do 3º km. Subida leve que os atletas não sentem muito por ser o início da prova. Tudo que sobe, desce, e, em seguida, os corredores tem a descida da ponte, que é mais acentuada. Dá para recuperar o pequeno tempo perdido, mas não pode se empolgar muito. Mais à frente, pouco antes do 5º km, os atletas passam pelo Elevado Rita Maria. Não é uma subida forte, mas ainda assim é uma subida e quebra um pouco o ritmo. Logo depois da descida do elevado, tem o retorno dos 10 km.

Tanto os atletas dos 21 km quanto dos 10 km enfrentam na volta a subida do Elevado Dias Velho, que dá acesso à ponte Colombo Salles. A subida deste elevado também não é de dificuldade extrema, mas já é no 17º km da meia maratona, o que pesa um pouco. No entanto, pesa menos do que a subida da ponte Colombo Salles. Quase no 18º km, essa subida no fim da meia maratona quebra totalmente o ritmo dos atletas. Alguns segundos sempre são perdidos por ali. Para quem busca um recorde pessoal, essa parte é crucial e pode ser decisiva. Aquela descida mais acentuada da ida na Pedro Ivo se torna uma subida mais acentuada e interminável na Colombo Salles. Depois, os atletas descem a ponte, podem tentar recuperar o tempo e saem na Beira Mar Continental. Dali para frente, pouco mais de dois quilômetros até a chegada.

Hidratação
Hidratação farta. Muitos pontos de hidratação com várias bacias de água. Os copinhos que pegamos estavam gelados. Variava entre 5 e 6 bacias. Perto do km 13, houve distribuição de isotônico em saquinhos. Foi um dos pontos altos da prova. Fácil de tomar e gelado.

Distância
Distância da meia maratona dentro do esperado. Dos 10 e dos 5 km não temos conhecimento até a publicação deste post.

Pós-prova
Após a chegada, uma grande área para a dispersão dos atletas, com água disponível. Mais à frente, havia um caminho com grades para onde os atletas eram direcionados para entregar o chip em troca da medalha, além de receber água, isotônico em pó e poderem pegar maçãs e bananas. Havia também massagem para os atletas.

Medalha
Medalha bonita, com nome e apenas ano da prova, com fita personalizada com o nome da prova. Todas as medalhas eram iguais, não importando se o corredor fez 21 km, 10 km ou 5 km. A medalha tem a arte da ponte Hercílio Luz, cartão-postal da cidade (enquanto ainda estiver de pé).

Concluintes
Total: 3.701 – 2.149 homens (58%) – 1.552 mulheres (42%)
21 km: 2.082 (56%) – 1.391 homens (67%) – 691 mulheres (33%)
10 km: 979 (27%) – 505 homens (52%) – 474 mulheres (48%)
 5 km: 640 (17%) – 253 homens (40%) – 387 mulheres (60%)

Comentários finais
A Meia de Floripa chegou a sua quinta edição e se confirma como a maior e melhor prova de Santa Catarina. Este ano, infelizmente, um temporal atrapalhou a arena do evento. Basicamente, o local é rodeado de grama e a chuva deixou tudo alagado. De quinta a domingo choveu muito em Florianópolis e domingo foi um dia de chuva intensa. Antes da largada, chuva demais. Impossível não se molhar. Durante, como sempre, a chuva deu uma trégua, mas aí as ruas já estavam com dezenas de poças e os atletas todos molhados. A chuva voltou um pouco com quase uma hora de corrida e depois com quase duas horas. E, claro, após a prova, desabou o mundo novamente.

A arena estava com estandes e massagem, mas o tempo ruim não colaborou em nada para um melhor aproveitamento do que foi oferecido. Tinha também uma área VIP para assinantes da Revista O2. Lá foi o lugar mais adequado para fugir da chuva. Da área VIP, tínhamos uma visão perfeita e ampla da chegada. Se não fosse a chuva, talvez houvesse ainda mais concluintes. Em 2014 também choveu bastante. Esperamos que em 2016 a prova seja sem chuva. Fica melhor para todo mundo e a corrida fica realmente bonita como Floripa. Se você pensa em fazer uma meia maratona muito boa, pense na Meia de Floripa. Participamos das cinco edições e o evento continua com padrão elevado.

No PFC 55 – Meia de Floripa, falamos sobre como foi a prova em 2014.

*Participou da prova? Concordou? Discordou? Quer acrescentar alguma coisa? Entre em contato ou deixe sua opinião nos comentários.

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Por Falar em Corrida
Podcast sobre corridas de rua.
https://porfalaremcorrida.com

5 thoughts on “Meia de Floripa – 14/06/2015

  1. gostaria que me informasse como encontrar as fotos da corrida de florianopolis ocorrida no dia 14062015

  2. Realmente, uma prova muito boa. Só tenho uma queixa a fazer: me inscrevi nos 21 km, corri essa distância, meu número de peito tinha essa referência, mas no resultado final do site aparece como se tivesse corrido 10 km. Percebi isso no domingo, desde então estou solicitando que corrijam essa informação, mas até agora nada.

    É o único senão que tenho em relação à prova. Mas como foi um caso isolado (imagino), não é nada que diminua as qualificações apontadas acima, e que são realmente justas.

    E mesmo com a chuva, consegui um recorde pessoal 🙂

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