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Corrida da Ponte – 22/01/2017

A primeira corrida do ano. Corrida da Ponte em Curitiba. Fomos em excursão do Por Falar em Corrida de Florianópolis para a capital paranaense. Eu, Guilherme, Juliana e Lya saíamos sábado de manhã. A viagem até Curitiba é bem tranquila. O trânsito costuma ser maior e ter até filas na volta, geralmente no domingo. No sábado foi tranquilo. A pior parte são os 4 pedágios a R$ 2,30. Na ida, você já deixa R$ 9,20. Nosso destino era o ParkShoppingBarigüi, local de retirada do kit da corrida.

O kit poderia ser retirado na sexta e no sábado na loja da New Balance. Na inscrição, você escolhia se queria o kit básico ou kit premium. A inscrição do kit básico era R$ 89,00 e a do kit premium era R$ 139,00. O valor era o mesmo para as distâncias de 5 km e 10 km. Usando a temática da prova, FAST TRACK, foi feita uma promoção para os primeiros 250 inscritos, que consistia em dar uma inscrição cortesia para esses corredores mais rápidos no momento da inscrição.

O kit premium era bem recheado. Postamos o unboxing mostrando ele no Facebook e Instagram do Por Falar em Corrida. Veio viseira, camiseta, fone de ouvido, carregador portátil, porta celular, lanchinhos, panfletos, cupom de desconto e, claro, número e chip. O kit básico era composto apenas de camiseta e fone ouvido, além do número e chip. Consegui a inscrição de cortesia por conta da velocidade do amigo Mauricio Geronasso se inscrever. Depois, com outro código, inscrevemos também o Guilherme.

O evento contava com duas distâncias, 5 km e 10 km, sendo que 10 km dava duas voltas no percurso. A arena do evento foi no estacionamento do Walmart da Avenida das Torres, ali pertinho da Ponte Estaiada. Este é o motivo do nome da prova ser CORRIDA DA PONTE. Foi divulgado que era um circuito plano e rápido. Realmente, comparado com os percursos nos quais corri em Curitiba até hoje, era realmente mais rápido e plano. No entanto, comparando com Floripa, não era tão plano assim.

A largada aconteceu no horário previsto, às 7 horas. Largando tão cedo, tive que acordar cedo e saímos do hotel às 6h30. Estávamos relativamente perto da largada e chegamos lá 6h45, mais ou menos. Encontramos lugar para estacionar nas ruas nos arredores do Walmart. Foi bem tranquilo. Antes de alinhar para correr, demos uma volta para conhecer a arena do evento e fazer alguns vídeos e fotos.

A pior subida era a da ponte, na ida e na volta. As outras subidas eram pequenas. Apesar disso, foi uma prova rápida. Se eu estivesse com os treinos e vontade em dia, poderia ter feito um tempo melhor. O único porém é que essa subida da ponte era logo na largada. Começou a corrida e já subia. Isso fez com que muitas pessoas já caminhassem nos primeiros metros, o que sempre atrapalha um pouco. Em vez de largarem mais atrás, ficam lá na frente e temos que fazer alguns desvios para ultrapassar.

Havia duas pistas, uma totalmente fechada para os corredores e a outra liberada para os carros. Cones e fitas faziam essa separação. O mundo perfeito seria que as duas pistas fossem reservadas aos corredores, mas sabemos que não é tão simples assim. Foi uma pista só, mas funcionou muito bem. Claro, houve um pouco de congestionamento no começo. A pista para os corredores ficou lotada, mas não foi nada que atrapalhasse muito meu ritmo. Até o km 3 ainda meio cheio. Depois, foi dispersando e na segunda volta, quando só ficou o pessoal dos 10 km, ficou bem tranquilo de correr.

O clima em Curitiba ajudou. Estava nublado e a largada cedo não deixou o calor aparecer. Estava muito bom para correr. Em provas de 10 km, normalmente não pego água e nessa nem cogitei. Havia um posto de hidratação, logo após o km 2 (e no km 7 para quem deu duas voltas). Pareceu-me água suficiente. Como não peguei, não sei se estava gelada ou não. A de chegada estava na temperatura perfeita. No meu GPS, a distância deu 10,01 km, o que considero bom, embora não ideal. Deu a mais, mas poderia ter dado um pouquinho. Acredito que se deve ao fato da largada ter sido uns metros à frente. Talvez se fosse tudo no mesmo lugar, desse uns metrinhos a mais. No entanto, a distância não me incomodou. Ficaria ruim se desse menos.

Meu tempo foi o planejado. Fiz sub 1 hora sem muito esforço, mas também sem muita vontade de fazer melhor. Pelo tempo líquido, deu 58:13. Fui bem tranquilo e controlando as parciais. Sabia que só tinha corrido uns 40 minutos nos treinos e depois do 7 km não fiz questão de acelerar. Apenas mantive o ritmo para fechar em menos de 1 hora. Pelo resultado oficial, foram 1238 concluintes no total. Foi legal porque o tempo todo havia gente do lado. Ainda tivemos vários pipocas, essa praga que não tem fim, muitos deles inclusive passavam o portal de chegada.

Falando em chegada, logo após completar a prova, recebíamos a medalha em troca do vale medalha que destacávamos do número de peito. Também, no caminho para a saída do evento, eram disponibilizados água, suco e uma sacola com banana. Na arena do evento teve também espaço kids e às 8h30 teve a corrida infantil. Ainda, foi sorteado um par de tênis New Balance para os corredores que ficaram até o final do evento. O Guilherme terminou a prova em 51:44. Ainda andamos um pouco por lá, fizemos um ao vivo no Instagram e gravamos vídeos para o Por Falar em Corrida. Procuramos pelo Mauricio, mas não o encontramos. Às 8h ele já estava em casa. Levou muito a sério esse negócio de fast track e fez tudo fast, até a parte de ir embora. Só vi ele durante a corrida.

Para iniciar o ano, foi uma prova muito legal. A Corrida da Ponte vale a pena. Se você tiver oportunidade, faça. A viagem com os amigos e o passeio em Curitiba também foi muito bom. Não esperava um tempo muito melhor, mas foi bom ter feito 10 km em 58 minutos para ter um choque de realidade. Com um resultado prático na tela do Garmin da falta de treinos e rodagens sem compromisso, acendeu o alerta de que só vai melhorar se começar a correr decentemente. Já sabia disso, mas um fato concreto decepcionante ajuda a tomar vergonha na cara. É o que vou tentar.

Resultados

Site da prova

A gente feliz com a medalha
Gravando para o YouTube
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Enio Augusto
Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.
https://porfalaremcorrida.com/blogdoenio

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