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Correndo, andando, enganando

O fim de semana e o dia de hoje foram bem proveitosos quanto aos treinos. Sábado, fiz o mesmo que vinha fazendo durante a semana: 2 vezes alternando 9 minutos de caminhada com 6 de corrida, totalizando o mínimo de 30 minutos de atividade. Apesar de ainda falar fôlego, a primeira parte de corrida saiu com ritmo de 6:14 e a segunda com ritmo de 6:06. Ainda não foi dessa vez que corri 1 km abaixo de 6 min/km.

Complementando a atividade, subi nove andares de escada e ainda fiz alguns exercícios para a panturrilhas. Um daqueles que aprendi na fisioterapia e não precisa de muita coisa para fazer, só vontade. Assim foi o sábado. Domingo foi de folga da corrida porque ainda não acho que seja ideal correr dois dias seguidos. Talvez mais para frente. Falo folga da corrida porque ressuscitei a bicicleta e saí para pedalar, mas isso é assunto de amanhã.

Hoje, por aqueles azares da vida, acordei sem despertador quase de madrugada, ali pelas 7h15. Muito cedo para os meus atuais padrões. Deve ter a ver com o fato de ter ido dormir antes das 23h no domingo. Tinha a ideia de correr hoje, mas ainda estava na dependência do horário em que acordasse. Não estou usando despertador e espero o corpo querer acordar. Hoje ele quis mais cedo e haveria muito tempo para correr.

O dia amanheceu muito bonito, longe do frio da última semana e fui. Desta vez, alterei um pouco a dinâmica do treino. O ar meio gelado da manhã que encanava na rua me fez optar por começar correndo/trotando ao invés de caminhar. Com isso, o treino ficou assim: três vezes alternando 7 minutos de corrida e 5 minutos de caminhada, totalizando 36 minutos de atividade em 4,56 km. Foi o maior tempo e a maior distância percorrida desde o retorno em julho.

O ritmo só descubro em casa. Durante o treino, deixo na tela de tempo decorrido. Quando transferi a atividade, descobri que a primeira parte correndo fiz em 6:36, a segunda em 6:21 e a terceira em 6:17. foi progressivo, mas na terceira já estava bem mais cansado. Ainda falta fôlego. Por outro lado, não senti nenhum tipo de dor ou desconforto. Seguimos nessa toada até voltar a confiança para tentar correr direto. Por enquanto, estou satisfeito assim. Até o momento, tudo corre (e anda) bem.

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Enio Augusto
Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.
https://porfalaremcorrida.com/blogdoenio

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