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Coluna do Enio – Na palma da mão

IMG_2454O título mais óbvio do mundo. Não poderia haver outro para o assunto desta coluna. Desde que comecei a treinar com o Adriano Bastos, minha rotina de treinos mudou. Os treinos intervalados viraram companheiros constantes, duas vezes por semana em quase toda semana. Quando treinava por conta própria, até fazia intervalados, mas era com menos frequência.

Nessa época, antes de entrar água PELA SEGUNDA VEZ na tela do meu Garmin 610, era muito mais fácil para programar os treinos. Podia fazer isso via Garmin Connect ou no próprio relógio. Como o 610 morreu e ainda não ressuscitou (para ressuscitar são R$ 390,00. Vai continuar morto por um tempo), tive que adquirir um novo GPS. Como a renda é curta, investimos em um Garmin 10, o mais básico e barato. E ainda estava na promoção.

O 10 não tem NENHUMA funcionalidade. Ele faz o básico: marca o tempo, distância e ritmo, além do botão para fazer uma nova volta. Para apenas correr ele é perfeito. Para fazer os intervalados, a dificuldade aumenta. Como não é mais nada programado e automático, tenho que ficar controlando o tempo para apertar o botão da volta no momento certo.

No começo, os intervalados eram simples. Algumas vezes de um mesmo tempo com um intervalo igual. Só que a coisa foi piorando bastante. Os intervalados passaram a ter mais séries e variações. Confiava na minha memória até que em um treino não sabia mais se eram quinze ou vinte repetições. Pela lei do menor esforço, fiz quinze e acertei, mas o receio de fazer um treino incompleto me fez tomar a atitude mais sensata e correta: anotar o treino da maneira mais completa possível na palma da mão.

As duas fotos que ilustram este texto são exemplos, mas todo dia que tem intervalado saio de caso com o treino escrito na mão. Dependendo do treino, consigo escrever tudo, até os minutos que tenho que apertar o botão da volta. Aí fica muito mais fácil. Às vezes, falta tempo, vontade ou espaço na mão e só coloco o principal. Desde então, nunca mais tive dúvidas quanto aos tempos e séries dos intervalados.

Apenas uma vez aconteceu do treino estar anotado e eu apertar o botão da volta errado. Nesse caso, foi o último tiro mais forte que me fez perder as contas. Eram cinco minutos e fiz quatro. Fora isso, o método tem se mostrado infalível. Quem não tem cão, caça com gato. Quem não tem GPS que programa o treino, faz tudo manual. E o manual é da forma mais literal possível. A mão tem sido quase tão importante quanto os pés.

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