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Atletismo Rio 2016 – Resumo

atletismo rioO atletismo na Olimpíada no Rio de Janeiro teve grandes momentos. Nos tópicos abaixo, traremos um resumo do que aconteceu no atletismo Rio 2016.  Focamos os comentários nas modalidades que envolvem a corrida.

100 metros

Na prova masculina, Usain Bolt foi mais dominante do que se previa. Correu bem desde as eliminatórias e chegou com folga na frente dos demais adversários. Lembrando que 0.08s é folga nessa modalidade.
1 – Usain Bolt – 9.81
2 – Justin Gatlin – 9.89
3 – Andre De Grasse – 9.91

Na prova feminina, esperava-se que o domínio também fosse da Jamaica, como acabou acontecendo. No entanto, a favorita Shelly-Ann Fraser-Pryce, bicampeã olímpica em 2008 e 2012, ficou na terceira posição. O ouro foi para sua compatriota Elaine Thompson. O pódio foi completado pela americana Tori Bowie. Eram os três nomes mais cotados para o pódio. A holandesa Dafne Schippers também participou da prova, mas ela se dá melhor nas provas de 200 metros.
1 – Elaine Thompson – 10.71
2 – Tori Bowie – 10.83
3 – Shelly-Ann Fraser-Pryce – 10.86

200 metros

Usain Bolt é ainda mais dominante e sem adversário nessa modalidade. Conquistou o tri olímpico sem dificuldades. A surpresa ficou por conta de Justin Gatlin, que nem se classificou para a final, deixando a prata livre para Andre De Grasse. O francês Christophe Lemaitre ficou em terceiro depois de um sprint final sensacional. Sprint igual já havia acontecido na semifinal. O francês teve muito para comemorar, pois ganhou o bronze chegando 0.003s na frente do britânico Adam Gemili.
1 – Usain Bolt – 19.78
2 – Andre De Grasse – 20.02
3 – Christophe Lemaitre – 20.12

Esperava-se um duelo entre Holanda e Jamaica, representadas por Dafne Schippers e Elaine Thompson, respectivamente. Tori Bowie também estava na prova e era candidata a completar o pódio. Thompson ficou na frente o tempo todo e conseguiu manter a posição no fim da prova quando Schippers acelerou. O esforço da holandesa foi tanto que ela chegou caindo na pista. Ela era favorita para vencer a prova, até pelo último Campeonato Mundial, quando foi campeã, mas Thompson foi mais veloz e completou a dobradinha, vencendo os 100 e 200 metros Tori Bowie completou o pódio e deve ter lamentado competir com Schippers e as jamaicanas. Se não fossem elas, Bowie poderia ter mais duas medalhas de ouro.
1 – Elaine Thompson – 21.78
2 – Dafne Schippers – 21.88
3 – Tori Bowie – 22.15

400 metros

Foi uma das provas mais espetaculares dos Jogos Olímpicos. Os favoritos eram Kirani James e LaShawn Merrit, mas quem levou o ouro foi o sul-africano Wayde van Niekerk, que fez mais: estabeleceu o novo recorde mundial da distância. Tal recorde datava de 1999 e pertencia a Michael Johnson. Van Niekerk já havia vencido o Mundial do ano passado, mas ninguém esperava dele mais do uma presença no pódio. Além disso, ele estava correndo na raia 8, a pior para este estilo de prova. Nada foi capaz de impedi-lo de correr 400 metros em 43.03.
1 – Wayde van Niekerk – 43.03
2 – Kirani James – 43.76
3 – LaShawn Merrit – 43.85

Podemos dizer que os 400 metros reservaram as provas com as melhores finais. No masculino, caiu o recorde mundial. No feminino, quem caiu foi a bahamense Shaunae Miller. Ela e Allyson Felix travaram um lindo duelo até o fim. Na linha de chegada, parecia que ia dar Felix, mas Miller completou a prova de maneira inusitada, jogando-se na pista. Posteriormente, em entrevista, ela disse que não foi proposital. Ela sentiu a perna travar pouco antes do fim e só pensou em completar de qualquer maneira. Ao fazer o movimento da passada, travou tudo e ela foi ao chão. A queda lhe rendeu a medalha de ouro. Sem ela, provavelmente seria prata, assim como no Mundial do ano passado.
1 – Shaunae Miller – 49.44
2 – Allyson Felix – 49.51
3 – Shericka Jackson – 49.85

800 metros

O queniano David Rudisha era o favorito e confirmou esta condição. Passeando desde as eliminatórias, foi bicampeão olímpico sem dificuldades. Não estava como em Londres 2012, quando fez o recorde mundial, mas foi o suficiente para levar o ouro. Completaram o pódio o argelino Taoufik Makhloufi e o americano Clayton Murphy.
1 – David Rudisha – 1:42:15
2 – Taoufik Makhloufi – 1:42:61
3 – Clayton Murphy – 1:42:93

Na prova feminina, havia a expectativa se a sul-africana Caster Semenya levaria o ouro. Ela vinha bem desde as eliminatórias e não deu chances às adversárias na final. Venceu com ampla vantagem. A atleta do Burundi Francine Niyonsaba ficou com a medalha de prata e a queniana Margaret Wambui garantiu o bronze.
1 – Caster Semenya – 1:55:28
2 – Francine Niyonsaba – 1:56:49
3 – Margaret Wambui – 1:56:89

1.500 metros

O queniano Asbel Kiprop era o grande favorito. Na final, porém, algo aconteceu. A prova foi MUITO lenta. O tempo do vencedor, o americano Matthew Centrowitz foi praticamente igual ao recorde feminino. A tática de Kiprop pareceu equivocada demais. Não deu para entender. Melhor para o americano e para o argelino Taoufik Makhloufi (olha ele aí de novo) e para o neozelandês Nicholas Willis, que foram medalha de prata e bronze, respectivamente. Ah, o Kiprop acabou em um inesperado 6º lugar.
1 – Matthew Centrowitz – 3:50.00
2 – Taoufik Makhloufi – 3:50.11
3 – Nicholas Willis – 3:50.24

A distância das surpresas. A etíope Genzebe Dibaba era MUITO favorita para vencer os 1.500 metros feminino. Só que na última volta faltou força e ela não conseguiu assegurar o ouro olímpico, que foi para a queniana Faith Kipyegon. Jennifer Simpson, dos Estados Unidos, completou o pódio.
1 – Faith Kipyegon 4:08.92
2 – Genzebe Dibaba – 4:10.27
3 – Jennifer Simpson – 4:10.53

5.000 metros

Mo Farah continuou seu domínio na distância. Foi bicampeão olímpico sem maiores dificuldades. Quando os outros competidores apertavam para tentar ultrapassá-lo nas voltas finais, ele acelerava e ficava emparalhado ou à frente. A disputa mesmo era pelas outras medalhas. O britânico levou o ouro, Paul Chelimo, dos Estados Unidos, ficou com a prata e o bronze foi para Hagos Gebrhiwet, da Etiópia. Foi uma das provas em que os adversários chegaram mais perto de Mo Farah e mesmo assim ele ganhou com tranquilidade. Outro destaque fica para Bernard Lagat, dos Estados Unidos, que aos 41 anos (faz 42 em dezembro), chegou em quinto lugar com o tempo de 13:06.78.
1 – Mohamed Farah – 13:03.30
2 – Paul Chelimo – 13:03.90
3 – Hagos Gebrhiwet – 13:04.35

Depois de trucidar o recorde mundial nos 10.000 metros, todos esperavam que Almaz Ayana vencesse os 5.000 metros. A segunda metade dos 10.000 metros dela foi mais rápido que o recorde olímpico dos 5.000 metros. Só que não foi o que aconteceu. Apesar de tentar uma disparada no 3º km, parece que faltou fôlego para Ayana. Ela foi facilmente ultrapassada pelas quenianas Vivian Cheruiyot E Hellen Obiri. Cheruiyot levou a medalha de ouro e ainda fez o novo recorde olímpico da distância. Ayana ficou com o bronze. A prova foi tão forte que as 3 primeiras bateram o recorde olímpico anterior de 14:40.79 da romena Gabriela Szabo.
1 – Vivian Cheruiyot – 14:26.17
2 – Hellen Obiri – 14:29.77
3 – Almaz Ayana – 14:33.59

10.000 metros

Mais uma prova em que predominou o domínio de Mo Farah. Mesmo com uma queda no meio da prova ele não teve maiores dificuldades para vencer pela segunda vez seguida os 10.000 metros olímpicos. Não teve jeito dos adversários o vencerem. Paul Tanui, do Quênia, ficou com a prata e Tamirat Tola, da Etiópia, levou o bronze.
1 – Mohamed Farah – 27:05.17
2 – Paul Tanui – 27:05.64
3 – Tamirat Tola – 27:06.26

A prova feminina foi histórica. A primeira final do atletismo Rio 2016 presenteou a torcida logo no primeiro dia de competições com um recorde mundial que muitos pensavam ser imbatível. Mostrava um bom início do atletismo, que seguiu com grandes competições nos dias seguintes. O recorde mundial da chinesa Junxia Wang, de 29:31.78, ficou pelo caminho, assim como, logicamente, o recorde olímpico. Antes do início da prova, apostava-se, obviamente, nas quenianas e etíopes, mas a presença da etíope Tirunesh Dibaba (tem muita Dibaba no atletismo!), atual bicampeã olímpica, chamava atenção. A prova foi tão que caiu o recorde mundial e as 4 primeiras bateram o recorde olímpico vigente (29:54.66 da Dibaba em 2008). A etíope Almaz Ayana correu muito e não deu chance para sua compatriota bicampeã. Em segundo, ficou a queniana Vivian Cheruiyot (a vencedora dos 5.000 metros que falamos acima) e o bronze foi para Dibaba.
1 – Almaz Ayana – 29:17.45
2 – Vivian Cheruiyot – 29:32.53
3 – Tirunesh Dibaba – 29:42.56

Maratona

Na maratona masculina, não houve grandes surpresas. Eliud Kipchoge estava presente e quando o queniano participa de uma prova dificilmente a vitória escapa. Ele já disputou 8 maratonas, venceu 7 e foi vice na outra. A partir do km 35, Kipchoge partiu sozinho para a vitória. Feyisa Lilesa, da Etiópia, ficou com a prata e o americano Galen Rupp foi bronze.
1 – Eliud Kipchoge – 2:08:44
2 – Feyisa Lelisa – 2:09:54
3 – Galen Rupp – 2:10:05

A maratona feminina foi dominada por quenianas e etíopes. Mesmo a segunda colocada, Eunice Kirwa, do Bahrein, é queniana. Aconteceram algumas naturaliza$$ões estranhas para esta Olimpíada. A queniana Jemima Sumgong levou o ouro. Ela já havia vencido a disputada Maratona de Londres este ano. Em segunda ficou a atleta queniana do Bahrein e em terceiro ficou a etíope Mare Dibaba (olha mais uma Dibaba aí!). Houve certa disputa entre as duas primeiras até perto do fim da prova. Depois, Sumgong abriu e foi sozinha rumo à vitória.
1 – Jemima Sumgong – 2:24:04
2 – Eunice Kirwa – 2:24:13
3 – Mare Dibaba – 2:24:30

3.000 metros com obstáculos

O americano Evan Jager até tentou incomodar os quenianos, mas ficou em segundo lugar. Conseslus Kipruto, do Quênia, foi o vencedor da prova. O queniano Ezekiel Kemboi, campeão olímpico em 2012, chegou em terceiro, mas foi desqualificado. Com isso, o francês Mahiedine Mekhissi ficou com o bronze.
1 – Conseslus Kipruto – 8:03.28
2 – Evan Jager – 8:04.28
3 – Mahiedine Mekhissi – 8:11.52

A medalha de ouro ficou com a bahrenita Ruth Jebet, queniana de nascimento. A prata foi para a queniana Hyvin Jepkemoi e o bronze foi para a americana Emma Coburn. Nesta prova, das 9 primeiras, 8 conseguiram algum tipo de recorde, seja pessoal, da temporada, continental ou nacional.
1 – Ruth Jebet – 8:59.75
2 – Hyvin Jepkemoi – 9:07.12
3 – Emma Coburn – 9:07.63

100 metros com barreiras

Domínio completo e absoluta das americanas. Os Estados Unidos levaram ouro, prata e bronze, sendo que o bronze foi conquistado no última esforço da Kristi Castlin. Ela largou mal e fez uma excelente corrida de recuperação, o que não é muito fácil, visto que é preciso saltar algumas barreiras. O ouro foi para Brianna Rollins e a prata para Nia Ali. Lembrando que a americana Kendra Harrison não conseguiu índice para os jogos mas semanas antes do início da Olimpíada fez o recorde mundial. Só por aí já é possível perceber que a equipe americana não é fraca.
1 – Brianna Rollins – 12.48
2 – Nia Ali – 12.59
3 – Kristi Castlin – 12.61

110 metros com barreiras

Nesta prova, tivemos a primeira vitória da Jamaica na modalidade. Omar McLeod fez uma corrida muito boa e levou o ouro. Com alguma distância atrás, veio o espanhol Orlando Ortega. Dimitri Bascou, da França, completou o pódio.
1 – Omar McLeod – 13.05
2 – Orlando Ortega – 13.17
3 – Dimitri Bascou – 13.24

400 metros com barreiras

O americano Kerron Clement levou o ouro, o queniano Boniface Tumuti ficou com a prata e o turco Yasmani Copello garantiu o bronze. O curioso desta prova é que na reta final todos os atletas pareciam extremamente extenuados. O americano liderava e o ritmo caiu muito. Parecia que seria ultrapassado pelo queniano. Só que o Tumuti também não tinha mais forças. O que poderia ser uma chegada emocionante tornou-se meramente protocolar.
1 – Kerron Clement – 47.73
2 – Boniface Tumuti – 47.78
3 – Yasmani Copello – 47.92

Dalilah Muhammad, dos Estados Unidos, venceu com facilidade a prova. Chegou bem na frente da segunda colocada, a dinamarquesa Sata Petersen, que, por sua vez, chegou pouca coisa à frente da americana Ashley Spencer.
1 – Dalilah Muhammad – 53.13
2 – Sara Petersen – 53.55
3 – Ashley Spencer – 53.72

4 x 100 metros

Com Usain Bolt presente, a briga era pela prata e bronze. O ouro já era da Jamaica. Só um erro tiraria esta medalha do quarteto jamaicano. Este erro não aconteceu e a Jamaica venceu tranquilamente, completando o triplo-triplo de Bolt, que ganhou sua 9ª medalha de ouro em Jogos Olímpicos. Os Estados Unidos eram os favoritos para o segundo lugar, mas não correram bem em dois sentidos. Um, porque chegaram em terceiro, atrás do Japão. Dois, porque erraram na passagem do bastão e foram desqualificados. O Japão surpreendeu e levou a prata e o Canadá ficou com o bronze.
1  – Jamaica – 37.27
2 – Japão – 37.60
3 – Canadá – 37.64

No feminino, a disputa novamente era entre Jamaica e Estados Unidos. A outra cotada para o pódio era a Grã-Bretanha. E foi isso que aconteceu. Esperava-se que a Jamaica pudesse ganhar mais um ouro porque contava com Elaine Thompson, Veronica Campbell-Brown e Shelly-Ann Fraser-Pryce na equipe, todas campeões olímpicas e mundiais. No entanto, as americanas fizeram uma prova perfeita e levaram o ouro. As britânicas ficaram em terceiro. O fato interessante desta prova é que nas eliminatórias as americanas foram atrapalhas pelo quarteto brasileiro e teve um nova chance de correr. Foram sozinhas para a pista do Engenhão e se classificaram com o melhor tempo.
1 – Estados Unidos – 41.01
2 – Jamaica – 41.36
3 – Grã-Bretnaha – 41.77

4 x 400 metros

Mais uma vez, a briga era entre Jamaica e Estados Unidos, tanto no masculino quanto no feminino, sendo a Grã-Bretanha a terceira força. No masculino, por um erro na troca do bastão, os britânicos foram eliminados e deixaram em aberto o bronze. Os americanos venceram com tranquilidade e os jamaicanos vieram logo atrás. A briga pelo terceiro lugar foi boa e Bahamas venceu a Bélgica por 0.03.
1 – Estados Unidos – 2:57.30
2 – Jamaica – 2:58.16
3 – Bahamas – 2:58.49

No feminino, as americanas não tiveram dificuldade para se impor frente às jamaicanas e levaram o ouro. A Jamaica tem grandes velocistas, mas nos 400 metros eles ainda não são tão rápidos quanto os americanos. Como as britânicas chegaram até a final, o bronze foi delas.
1 –  Estados Unidos – 3:19.06
2 – Jamaica – 3:20.34
3 – Grã-Bretanha – 3:25.88

Salto em altura

Masculino
1 – Derek Drouin (Canadá)
2 – Mutar Barshim (Catar)
3 – Bohdan Bondarenko

Feminino
1 – Ruth Beitia (Espanha)
2 – Mirela Demireva (Bulgária)
3 – Blanka Vlašić (Croácia)

Salto com vara

Masculino
1 – Thiago Braz da Silva (Brasil)
2 – Renaud Lavillenie (França)
3 – Sam Kendricks (Estados Unidos)

Feminino
1 – Ekateríni Stefanídi (Grécia)
2 – Sandi Morris (Estados Unidos)
3 – Eliza McCartney (Nova Zelândia)

Salto em distância

Masculino
1 –  Jeff Henderson (Estados Unidos)
2  – Luvo Manyonga (África do Sul)
3 – Greg Rutherford (Grã-Bretanha)

Feminino
1 – Tianna Bartoletta (Estados Unidos)
2 – Brittney Reese (Estados Unidos)
3 – Ivana Španović (Sérvia)

Decatlo

1 – Ashton Eaton (Estados Unidos)
2 – Kevin Mayer (França)
3 – Damian Warner (Canadá)

Heptatlo

1 – Nafissatou Thiam (Bélgica)
2 – Jessica Ennis-Hill (Grã-Bretanha)
3 – Brianne Eaton (Canadá) – SIM, Brianne e Ashton Eaton são marido e mulher 🙂

Salto triplo

Masculino
1 – Christian Taylor (Estados Unidos)
2 – Will Claye (Estados Unidos)
3 –  Bin Dong (China)

Feminino
1 – Caterine Ibargüen (Colômbia)
2 – Yulimar Rojas (Venezuela)
3 – Olga Rypakova (Cazaquistão)

Arremesso de peso

Masculino
1 – Ryan Crouser (Estados Unidos)
2 – Joe Kovacs (Estados Unidos)
3 – Tomas Walsh (Nova Zelândia)

Feminino
1 – Michelle Carter (Estados Unidos)
2 – Valerie Adams (Nova Zelândia)
3 – Anita Márton (Hungria)

Lançamento de disco

Masculino
1 – Christoph Harting (Alemanha)
2 – Piotr Malachowski (Polônia)
3 – Daniel Jasinski (Alemanha)

Feminino
1 – Sandra Perkovic (Croácia)
2 – Mélina Robert-Michon (França)
3 – Denia Caballero (Cuba)

Lançamento de martelo

Masculino
1 – Dilshod Nazarov (Tajiquistão)
2 – Ivan Tsikhan (Bielorrússia)
3 – Wojciech Nowicki (Polônia)

Feminino
1 – Anita Wlodarczyk (Polônia)
2 – Wenxiu Zhang (China)
3 – Sophie Hitchon (Grã-Bretanha)

Lançamento de dardo

Masculino
1 – Thomas Röhler (Alemanha)
2 – Julius Yego (Quênia)
3 – Keshorn Walcott (Trindade e Tobago)

Feminino
1 – Sara Kolak (Croácia)
2 – Sunette Viljoen (África do Sul)
3 – Barbora Špotáková (República Tcheca)

Marcha atlética 20 km

Masculino
1 – Zhen Wang (China)
2 – Zalin Cai (China)
3 – Dane Bird-Smith (Austrália)

Feminino
1 – Hong Liu (China)
2 – Maria González (México)
3 – Xiuzhi Lu (China)

Marcha atlética 50 km

1 – Matej Tóth (Eslováquia)
2 – Jared Tallent (Austrália)
3 – Hirooki Arai (Japão)

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Quadro de medalhas do atletismo na Olimpíada do Rio

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Por Falar em Corrida
Podcast sobre corridas de rua.
http://porfalaremcorrida.com

2 thoughts on “Atletismo Rio 2016 – Resumo”

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