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As metas para 2016

Fizemos o PFC 128 sobre metas para 2016. Neste episódio, também fizemos uma análise do que prometemos para 2015. Baseado nisso, tentei pensar em metas mais plausíveis, já que as de 2015 ficarem quase todas sem serem cumpridas. Na verdade, só atingi 20% delas. Como estou mais ativo no blog, este ano vou listar o que pretendo. Metas escritas são muito úteis para que não as esqueçamos e as possamos cumprir.

As metas para 2015 foram as seguintes:

  1. Correr 3.000 km
  2. Não se lesionar
  3. Correr sub 45 minutos nos 10 km
  4. Correr sub 1h40 na Meia Maratona
  5. Correr 21 km todo sábado ou domingo para fazer volume

Explicações e desculpas:

  1. Correr 3.000 km era possível, mas o começo de ano sem treinar, com os três primeiros meses capengas, atrapalharam tudo. A média de abril a novembro foi boa. Dezembro já foi largado e não deu.
  2. Não se lesionar era mais que uma meta. É o desejo de todo corredor. Infelizmente, deu problema no menisco. Por outro lado, não foi nada que me impedisse de continuar correndo (até agora).
  3. Correr sub 45 nos 10 km era uma vontade, mas participei de poucas provas este ano de 10 km. A que tentei de fato foi a prova de 10 km da Maratona de SC, mas não deu. Nos 10 km da Track&Field fui pacer do Nilton e não deu recorde. Não o meu. O dele sim.
  4. O sub 1h40 saiu. Era o que eu mais queria e estava com dúvidas se ia realmente acontecer. Em Brasília fiquei no quase e se dependesse dela não teria sub1h40 em 2015. Na Meia de Florianópolis saiu. Depois do recorde continuei os treinos, mas já meio desfocado, ainda com férias. Talvez em Brasília saísse se continuasse no ritmo. Vai saber. O importante é que uma vez na vida saiu.
  5. Meu plano inicial era todo fim de semana fazer um longão. O plano acabou logo no primeiro longo. A lesão muscular adquirida em novembro de 2014 ainda não estava bem curada e incomodou. Fiquei parado o resto de janeiro. Durante os treinamentos com o Adriano Bastos, saíram longos de 16 ou 18 km, mas não atingi a meta.

Agora as metas para 2016 que falei no PFC 128:

  1. Melhorar do joelho direito e voltar a correr bem
  2. Treinar mais e participar de menos provas
  3. Todas as provas que participar em ritmo menor que 5 min/km
  4. Se fizer maratona, vou tentar correr abaixo de 3h30
  5. Bater o recorde dos 10 km, sub 45 seria ideal
  6. Bater recorde da meia. Se for 1h37 será bem bacana

Justificativas das escolhas:

  1. Melhorar do joelho vai ser um mistério. Voltar a correr bem também. Vamos ver o que acontece. Se tudo der errado, tenho as guias para a cirurgia. Enquanto ele não doer e não atrapalhar meu cotidiano, seguimos assim.
  2. Em 2015, treinei muito mais do que participei de provas. Em 2016, quero fazer isso ainda mais. Focar em provas específicas e nos treinos. Muito treino. Foi a parte que mais gostei de fazer em 2015. Deu resultado. E mesmo quando não deu, sabia que estava no caminho certo.
  3. Este objetivo parte de algo que desde 2014 tento fazer. Lá em 2014, depois que treinei mais a sério e antes de machucar, as corridas foram abaixo de 5 min/km. Em 2015, 9 das 12 provas foram assim. Só três foram acima, todas com seus motivos. As que fui para correr mesmo, saiu. Então, este é o foco de 2016. E o que vale é a distância oficial da prova. Exemplo: se na meia o GPS marcar 21.400 metros e eu fizer 1h46, o ritmo será menor que 5 min/km. O que vale, no entanto, é a distância da meia (21.097,5) e não a do GPS.
  4. Este é um complemento do listado acima. Se fizer uma maratona (o que é bem improvável), vou tentar correr em menos de 3h30. Seria um dos objetivos mais difíceis. Ainda bem que está no condicional. Depende de treinos, joelhos e vontades.
  5. Fiz meu recorde nos 10 km no distante ano de 2013. Aquele 45:46 nunca mais foi repetido. Para este ano, quero apenas o recorde. Se for sub 45, melhor. O começo do ano não é nada animador, mas tenho até dezembro para tentar.
  6. A última meta que falei no podcast é um recorde possível, mas nada fácil. Os treinos precisam estar em dia e o dia da prova ser o dia. Aquele 1:38:43 talvez nunca mais aconteça. Melhorar então, é um mistério. Fazer 1h37 é um exagero. Se sair sub 1h38 ficarei bem feliz.

Outras metas não citadas no podcast:

  1. Melhorar (ainda mais) a alimentação
  2. Manter o peso e as medidas atuais (ou diminuir, mas não muito)
  3. Estudar para concursos com mais afinco

Justificativas:

  1. Em 2015, mudei a alimentação. Tentei tirar o máximo possível de industrializados e optar mais por comida de verdade. Nada radical. Como porcarias às vezes, mas diminuí muito. A vida desse jeito é muito mais linda. Funcionou para mim. O foco este ano é tentar comer menos, só até ficar saciado. Mesmo nas saladas, verduras e legumes acabo exagerando e comendo mais do que o necessário. Vou tentar controlar essa parte. Diminuir os doces e o chocolate está na lista. Este ano, já se foram 4 dias e ainda estou só com comida de verdade.
  2. O peso e as medidas atuais foram conquistados com base na alimentação acima. De 85 kg para 75/76 kg e de calça 46 para 42 em alguns casos. Tentarei seguir assim.
  3. Não tem a ver com corrida, mas tem. Afinal, a disciplina que tenho para treinar e correr durante 1h ou 1h30, cinco ou seis vezes por semana, preciso ter para estudar. Só que para estudar são muito mais horas por dia, mais cansativo. Até por isso, preciso estudar mais. Do contrário, não há chance alguma de aprovação.
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