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As medalhas de 2015

Já falei de todas as meias maratonas da vida, das meias de 2015, das 12 corridas de 2015, dos números referentes a corridas e treinos de 2015, da quilometragem dos tênis em 2015, de praticamente tudo de 2015. Faltavam ainda as medalhas de 2015. As 12 medalhas das 12 corridas. Não é porque estou menos apegado a elas que deixaria de fazer um post sobre isso.

Até porque nunca se deve deixar de lado qualquer assunto quando se resolve escrever de segunda a sexta. Na foto do post, vocês estão vendo 11 medalhas. A 12ª seria a da 7ª Corrida de Rua Cidade de Angelina, que vocês podem ver no relato da prova. Esta medalha não saiu na foto porque no dia da corrida o Nilton pegou ela para entregar para outro corredor.

Com isso, já posso entrar no assunto. No começo, eu me importava muito com as medalhas, guardava todas, queria sempre ter uma depois de concluir a prova. Com o passar do tempo, fui desapegando deste objeto muitas vezes de metal que só enferruja e ocupa espaço. Hoje utilizo a medalha só para tirar a foto. Essa é a minha recordação dela. Depois, tanto faz o que acontece.

As medalhas deste ano serão todas doadas para o Analto, assim como foram doadas quase todas que ganhei durante minha vida de corredor desde 2008. Nas corridas que organiza no Abraão, o Analto distribui medalhas para as crianças e corredores. É legal dar um destino melhor para elas. Pelo menos vão para pessoas que farão bom uso.

Atualmente, em casa, tenho apenas cinco medalhas, sendo que três são das maratonas que fiz fora de Santa Catarina: a Maratona do Rio de Janeiro 2012, a Maratona de Porto Alegre 2013 e a Maratona de Buenos Aires 2013. Além delas, tem a medalha da Corrida Monumental de 2012, corrida de despedida do Olímpico, estádio do Grêmio. Por fim, tem uma medalha da Corrida de Angelina 2011, que foi uma corrida que me traz boas lembranças.

As minhas anotações dizem que já participei de 161 corridas. Algumas nem tiveram medalhas, outras tiveram umas bem feinhas, mas a maioria tinha medalha. 5 de 161 dá pouco mais de 3% das medalhas. No momento atual, prefiro uma corrida organizada, com distância aferida e chip para marcar meu tempo. A medalha é mero detalhe, que não tem mais o significado de outrora.

Até por isso, nem hesitei quando o Nilton pediu minha medalha de Angelina. Como ia doar mesmo, já podia entregar ali mesmo para alguém que dá mais valor e utiliza melhor a medalha do que eu. Cada vez mais tenho menos apego às medalhas. Se for para me apegar a um objeto, que seja um tablet ou celular. Para lembrar das corridas, não preciso da medalha. Basta passar pelo local da prova, tipo a Meia de Florianópolis. E, claro, muito importante: não ter Alzheimer.

As 11 medalhas foto lá de cima, da esquerda para a direita e de cima para baixo: Meia Maratona de Balneário Camboriú, Track&Field Run Series Shopping Mueller, 2ª Corrida Adria Santos, Meia de Floripa, Meia Maratona de Pinhais Subway 2015, Golden Four ASICS São Paulo, Maratona de Santa Catarina – 10 km, Circuito ParaTodos Etapa Florianópolis, Track&Field Run Series Iguatemi Florianópolis, Meia Maratona de Florianópolis e Golden Four ASICS Brasília. A medalha da 7ª Corrida de Rua Cidade de Angelina coloquei aqui embaixo também.

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4 thoughts on “As medalhas de 2015

  1. Eu dou o maior valor às minhas medalhas e aos meus números de peito. Inclusive guardo os números de peito até de corridas que me inscrevi mas não corri. Qualquer dia desses faço alguma coisa com eles, um painel, mural, sei lá… Tudo fica guardado numa caixa de tênis — da New Balance, daquelas vermelhas estilosas. Talvez algum dia eu me desapegue das medalhas e dê fim a elas, mas por enquanto ainda significam muito pra mim. Pensando bem, eu nem sei bem o porquê…

    1. Você me deu uma ótima ideia de post: os números de peito! Eles são as únicas coisa que guardo desde o primeiro.
      Sobre a medalha, deve ser algo relativo a uma conquista pessoal e que te traz boas lembranças. A gente se apega.
      Eu era assim também, mas já não tenho mais simpatia pelas medalhas.

  2. Eu era ao contrario. Minhas primeiras medalhas nem sei onde estao. Teve uma que dei pro meu sobrinho, que ficou feliz porque ganhou uma medalha! Dai comprei esse porta medalha e porta numero de peito e comecei a colecionar… por enquanto estou curtindo 🙂 Mas nao corro pela medalha nao , nem pelo kit, corro pela distancia, trajeto e desafio 🙂

    1. Criança sempre fica feliz com medalhas. Por isso que levo tudo para o Analto.
      Número de peito eu guardo (ainda).
      Também corro as provas por tudo isso. Jamais pela medalha ou pelo kit.

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