Relatório de maio 2017


Demorei, mas cheguei com o que aconteceu em maio. Foi o mês que retornei aos treinos de forma gradual, mas com picos que idealmente não deveriam existir. Foram treinos mais curtos, pegando o jeito de correr de novo, acostumando as pernas com os movimentos da corrida. Fiquei o mês de abril todo praticamente só pedalando. As panturrilhas sofreram em maio, mas ao que parece chegaram em um bom nível no fim do mês.

Foram poucos treinos, sem intensidade e nada do tipo. Meros 33,22 km rodados. Claro que teve também bike em vários dias e pilates às terças e quintas. Parado, parado não fico mais. Felizmente, o fôlego não sumiu totalmente e aos poucos as pernas vão lembrando como era correr. Não consigo correr muitos dias ainda por causa do joelho. Tenho que respeitar e monitorar os sinais que ele manda.

Mesmo assim, maio se mostrou um mês melhor que abril. Nos picos que não deveria haver está a 10 KM Tribuna Fm, que corri em Santos. Sem treinos, sem preparo e com consequências doloridas nas panturrilhas nos dias seguintes. Foi quase um tratamento de choque. Consegui o sub 1 hora e não tive grandes problemas. Junho pode ser melhor, mas tudo vai depender da Meia de Floripa. Correr uma meia sem preparo não é tarefa simples e os resultados podem ser danosos. Terminando junho, no relatório do mês, espero que o resumo seja com final satisfatório, pelo menos.

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Sobre Enio Augusto

Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.

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