Parece, mas não é

Nesta volta lenta e gradual, não estou me importando muito com o ritmo. Sim, fico incomodado de estar mais lento do que em novembro, mas algum tempo parado e a preguiça não permitem que seja igual como antes. Mais uns dias de treino e as coisas vão voltar à normalidade. Enquanto isso, porém, resta a resignação de que é isso aí.

Nos treinos desta semana, houve momentos em que me senti muito bem. Tipo velocidade de cruzeiro. Daquelas que poderia ficar horas e horas correndo sem me cansar. Tudo fluía muito bem. O Garmin apitou e avisou que já tinha se passado 1 km, olhei e foi decepcionante: a tela do relógio mostrava 6:50 min/km. A realidade é cruel.

Em um outro treino, corri forte para ver como o corpo reagiria. Fui, fiz o máximo que podia naquele momento, parecia que ia morrer e o Garmin marcava apenas 5:07 min/km. A sensação era daqueles tiros de 4:20 min/km dos treinos do ano passado. Só que a realidade, novamente, veio me mostrar que ainda estou longe daquele ritmo.

Amanhã devo fazer um treino longo, o mais longo do ano. Penso em 40 minutos. Os últimos treinos tenho feito de forma intervalada. Corro um tanto e ando um pouco. Ainda não sei como vou fazer, mas a ideia é não interromper a corrida e fazer mais de 30 minutos. Um desses dois vai ter que acontecer. É o principal objetivo do fim de semana.

Enio Augusto

Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.

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