O dia depois da meia

O dia seguinte à Meia de Floripa foi de certa tranquilidade nas dores e incômodos. Não foi nem de perto as pernas rígidas depois da Tribuna. O que senti foram aquelas dores normais de quem correu mais do que o corpo suportaria no momento. As panturrilhas estavam em estado normal. Um pouco doloridas, mas nada que me impedisse de andar.

O joelho direito ficou dolorido também, mas esse era esperado. O joelho bom, que não tem o menisco rompido, estava 100% já no domingo mesmo. O direito precisa de alguns cuidados e ainda hoje não estava bom. Pela minha convivência com ele, acredito que quarta fique bom e quinta já consiga correr, que é bem o estipulado na planilha.

De todos os efeitos da meia, quem mais sofreu foi o joelho, mas mais nos dias seguintes do que no dia da prova. É uma coisa que já me deixou mais contente. Outro efeito, esse mais legal, foi a perda de peso. Com as lesões acabei ficando desleixado com a alimentação e o peso aumentou.

Estar mais pesado implica em mais peso no impacto da corrida. Os joelhos agradecem um peso menor. Correr uma meia maratona ou pelo menos 15 km dela sem parar ajudou nisso. Os dias seguintes foram menos sofridos e com uma motivação a mais no peso. Exceto pelo tempo alto na meia, não tenho muita coisa para achar ruim.

Enio Augusto

Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.

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