Intervalando a vida


Apesar das preguiças, ontem saiu o treino intervalado. Estava pensando e a minha preguiça é seletiva e só vai até um certo ponto. Por exemplo: dormi demais na quarta e não estava com vontade de correr. Fiquei em casa. Só que já tinha corrido na terça e pretendia correr na quinta. Logo, não correr não era o fim do mundo, embora eu tivesse condições para fazer o treino.

Nessa conta, quinta era dia correr. Porém, se não fosse possível, ainda tinha sexta. No atual momento, gosto de ter a sexta de folga para tentar algo a mais no sábado, seja um treino mais longo ou ou um treino mais ritmado. Assim, não tinha muito como fugir do treino de quinta. Fiz o planejado: 5 x 1 k.

Por que 5 vezes de 1 km? Porque 5 vezes 1 dá 5 e minha próxima corrida vai ser de 5 km. Nada me garante que a soma dos tiros de 5 km vão refletir o tempo final dos 5 km no dia, mas era um teste que queria fazer: correr todos os intervalados de 1 km abaixo de 5 min/km. Não é certeza de nada, mas mostra que pelo menos nos tiros teria sucesso

Foram 2 km de aquecimento. Dali em diante, mudei a tela do Garmin para o ritmo médio e fui. O primeiro e o segundo tiro comecei mais forte, o ritmo deu uma caída e recuperei no final. O terceiro comecei mais lento, acelerei e depois da metade o ritmo caiu. O quarto e o quinto tiveram inícios mais rápidos, uma queda e aceleração no fim.

A partir do terceiro já senti as pernas cansadas durante. Só que sempre conseguia terminar. Ainda pensei se faria o quinto tiro. Valia a pena? Não sei bem, mas fiz igual. As parciais ficaram em 4:55, 4:54, 4:52, 4:54 e 4:51. Durante o treino, prestava atenção em deixar o ritmo abaixo de 5 min/km, mas não me atentei muito para o ritmo final de cada parcial. Quando começava uma já não lembrava em quanto tinha sido a anterior.

Em casa é que fui descobrir que todos eles foram muito parecidos e de certa forma progressivos, ainda que por diferença mínima de segundos. Não é o ritmo ideal, mas já esteve pior. Pontos a melhorar: o fôlego e perder uns quilos extras que me deixam mais pesado. Fora isso, é só continuar treinando que a tendência parece ser melhorar.

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Sobre Enio Augusto

Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.

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