De capacete


buy gabapentin 300 mg uk No começo de novembro, a bicicleta foi para a revisão. Finalmente, depois de seis meses, resolvi esse problema. Freios arrumados e outras coisas mais. Ela é de um tamanho padrão, não é adequada para mim, mas para servir como meio de transporte quebra um galho e não machuca o joelho. Se fosse para competir, teria problemas.

http://oceanadesigns.net/images/granite/onyx-rainbow/onyx-rainbow.jpg Nessa revisão, aproveitei e comprei o capacete, que era algo que realmente faltava. Ele não garante nada, mas pode proteger em alguns casos. Com a bicicleta melhor e com o capacete, tomei coragem para arriscar novos caminhos para vir trabalhar. Não que ter o que citei seja definitivo para ter mais segurança e nada acontecer, mas já não estou tão desprotegido.

can i buy prednisone at walmart Com isso, comecei a vir trabalhar pela Via Expressa. Utilizo o acostamento da avenida. Pelas manhãs, vou no mesmo fluxo dos carros. Como quase sempre tem fila, é bem tranquilo. Apesar do acostamento ter uns buracos, dá para se deslocar sem problemas. Ainda pego um pedaço da marginal antes de pedalar por uns metros da avenida.

Na volta, faço o mesmo caminho. No outro sentido, vou contra o fluxo. Não é o indicado nem o correto, mas é o que dá para fazer. Na volta, a fila já se foi e os carros passam em velocidade mais alta. Poder ver quando e como eles estão vindo até é útil. Pelas minhas contas, a ida para o trabalho diminuiu de 3 a 5 minutos.

Isso que eu pedalo em ritmo bem tranquilo. Todos os outros ciclistas me passam e se distanciam com facilidade. Parece que eles sempre estão com pressa. Não entendo pedalar tão rápido assim. Como costumo sair no horário e já sei mais ou menos o tempo que demoro, não faço questão de fazer nada acelerado.

Um motivo é pelo fato de tentar suar menos. O outro é porque a minha bicicleta não oferece muitas condições para isso. Até acho bom porque não exagero. A bicicleta é apenas um meio de transporte, para fugir da fila, do trânsito e economizar gasolina. Na volta também ganho mais ou menos o mesmo tempo.

Mudar o percurso foi bom por demorar menos e por pegar um chão melhor de pedalar. Antes eram muitos paralelepípedos e uma subida íngreme. Agora tem mais asfalto e a subida é mais tranquila. A pior parte é ter que ficar mais perto dos carros, mas não tive problemas até então. A forma de condução tem que ser a mais defensiva possível, prestando atenção em tudo.

(Visited 11 times, 1 visits today)

Sobre Enio Augusto

Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *